Polícia apreende 300 quilos de peixes com dois suspeitos, em Porto Velho

Polícia apreende 300 quilos de peixes com dois suspeitos, em Porto Velho

Apreensão aconteceu durante fiscalização fluvial no Rio Madeira.
Peixes foram doados à instituições carentes de Porto Velho.

Do G1 RO
Rio Madeira (Foto: Jonatas Boni/ G1)Apreensão de pescado foi feito no Rio Madeira, em Porto Velho (Foto: Jonatas Boni/ G1)
A Policia Militar Ambiental (PMA) apreendeu, na última sexta-feira (3), cerca de 300 qulos de peixes durante uma fiscalização fluvial no Rio Madeira e afluentes em Jaci-Paraná, distrito de Porto Velho. Dois suspeitos de pesca ilegal foram presos em um acampamento perto do rio, durante a operação. No local também foram encontrados materiais utilizados para a prática de pesca, além de carne de caça abatida e um jacaré, ainda vivo dentro de um saco.
Conforme o registro policial, a PMA e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) realizavam fiscalização nas margens do Rio Madeira e afluentes do distrito de Jaci-Paraná, quando avistaram os dois suspeitos de pesca ilegal em um acampamento nas margens do igarapé. Foram feito vistorias no local, resultando na apreensão de diversos apetrechos de pescas, como tarrafas e malhadeiras.
A guarnição da PMA perguntou aos suspeitos o motivo de estarem ali acampados. Eles informaram que estavam esperando a época do desfecho para poder pescar. De acordo com o boletim, nenhum dos suspeitos possuíam carteiras de pesca para a atividade. Mediante os fatos a polícia recolheu todo o material de pesca.
A PMA e a Sedam também localizaram, nas proximidades do acampamento, outros três acampamentos de pescadores, que com a presença da fiscalização tomaram rumo ignorados e deixaram para trás materiais utilizados para a prática de pesca, como  carne de caça abatida um jacaré vivo dentro de um saco e 300 quilos de peixes de diversas qualidades acondicionados em geladeira. O jacará foi solto na água logo depois.

Após a fiscalização, os materiais encontrados nos acampamentos foram apreendidos e alguns incinerados, como a carne, pois não podiam ser transportados.  Os peixes apreendidos, por tratar-se de perecível, foi doado à instituições carentes de Porto Velho.
Os dois suspeitos de pesca ilegal receberam voz de prisão por pescar em período proibido e foram encaminhados para a Central de Flagrantes, em Porto Velho.

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